A esfinge

coded by ctellier | tags: , | Posted On quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 at 19:07

meteorologia: calor, sem chuva até agora
pecado da gula: pão de queijo
teor alcoolico: nada ainda
audio: riverdance
video: life on mars

Clarice, (Why this world)
Benjamin Moser

Quem me conhece, ou melhor, quem conhece meu apetite literário sabe que meu gosto é variado. Indo de sci-fi a literatura fantástica, de suspense a policial, de clássicos a relatos de viagem, passando por física, astronomia e neurociência. Leio qualquer coisa. Nem que seja para falar mal depois. Mas há algumas seções nas livrarias que eu nunca ou raramente visito. Auto-ajuda, psicologia e biografias estão entre elas. Imagino que, neste momento, alguns leitores devem estar se perguntando “então por que cargas d’água este post é sobre a biografia de Clarice Lispector?”

Explico-me. Confesso que a compra foi feita totalmente por impulso. Havia acabado de ler “Clarice na cabeceira” (post aqui) e vi em alguma revista algo sobre o lançamento dessa biografia, mas não cheguei a ler qualquer resenha. Numa das minhas excursões à Fnac, o livro estava exposto ostensivamente. Tão ostensivamente que me foi impossível resistir à vontade de tê-lo em mãos. E é preciso reconhecer, a edição é primorosa. Qualquer leitor inveterado se encantaria. Capa-dura, papel pólen e aquelas fitinhas marcadoras de página. Enfim, impecável, praticamente impossível de resistir. E foi o que ocorreu. Eu não resisti e comprei. Não me arrependi da compra, mas fiquei longamente ponderando que era bem alta a probabilidade de eu nunca vir a ler - ou, se iniciasse a leitura, de eu não terminar.

Antes de continuar e falar sobre o livro e minha experiência ao lê-lo, gostaria de esclarecer o motivo pelo qual biografias não me atraem. Eu sou extremamente reservada. Minha vida pessoal é literalmente isso “pessoal e intransferível”. E, assim como não gosto de me expôr, pouco me atrai saber detalhes da vida pessoal dos demais. E considero ler biografias como algo bastante invasivo. Independente de quem seja o objeto do meu interesse, meu interesse é essencialmente pela obra - literária, musical, científica. É indiferente se a pessoa em questão só se vestia de azul, se perdeu o primeiro dente de leite ao cair de bicicleta, se só fumava charutos de determinada marca, se tricotava meias ou se bebia apenas uísque com soda antes do jantar. Para mim, é irrelevante esse tipo de informação. É lógico que compreendo que alguns fatos marcantes da vida da pessoa certamente tenham tido influência em sua obra, contudo não me interessa ir além disso. Entendo e respeito quem gosta desse estilo literário, mas ele simplesmente não é para mim.

Apesar de minhas ressalvas ao estilo, aproveitei o Desafio literário para incluir o livro na lista, obrigando-me ao menos a iniciar a leitura. Fevereiro chegou e eu estava disposta a encarar o desafio - literalmente. Já que eu não havia lido nada sobre a biografia, minha primeira “surpresa” foi perceber que o autor não era brasileiro. Achei bastante interessante o fato de Clarice ser tão conhecida internacionalmente a ponto de um autor norte-americano decidir escrever sua biografia. Sou fã da obra de Clarice, sei o quanto ela é reconhecida no Brasil - mas incomoda-me o uso abusivo que fazem de seus textos em redes sociais, além de atribuir-lhe citações que simplesmente nada têm a ver com ela. E, ao notar que este livro vinha “de fora”, senti aquela pontinha de orgulho ufanista ao perceber que sua obra transcedeu as fronteiras do idioma e fez sucesso em outros países.

O título nacional, a princípio, deixou-me intrigada. Mas lembrei-me depois de ter lido em algum artigo que uma de suas obras, “Uma aprendizagem”, inicia-se com uma vírgula e, possivelmente a vírgula do título seja uma referência. Na introdução do livro, encontrei a melhor descrição de Clarice que já li. Havia lido em vários textos o comentário do tradutor Gregory Rabassa, que afirma que Clarice “era parecida com Marlene Dietrich e escrevia como Virginia Woolf”. Mas esta não faz jus à complexidade de Clarice. A declaração da escritora francesa Hélène Cixous é, de longe, a melhor:
“Clarice Lispector era o que Kafka teria sido se fosse mulher, ou se Rilke fosse uma judia brasileira nascida na Ucrânia. Se Rimbaud fosse mãe, se tivesse chegado aos cinquenta. Se Heidegger deixasse de ser alemão”.

Foi a introdução que me levou a crer que talvez eu conseguiria terminá-lo, caso o tom da narrativa se mantivesse aquele. E, várias vezes, enquanto avançava na leitura, comentei com um amigo o quanto estava surpresa por chegar tão longe. Cem, duzentas, trezentas páginas lidas e eu ainda não tivera uma vez sequer o impulso de abandoná-lo. Com certeza, o que me reteve foi o fato de o autor abordar os acontecimentos da vida de Clarice a partir de suas obras.

Apesar de alguns trechos - que eu apelidei de aulas de história - serem mais extensos do que eu gostaria, o texto não é cansativo. Entendo que seja necessário situar a persona num contexto histórico, mas História não é algo do meu interesse. Sendo assim, esses trechos do livro foram os que mais me entediaram e não tenho vergonha alguma em admitir que li-os aos pulos, saltando alguns tantos parágrafos. Porém, quando a narrativa voltava-se novamente para Clarice e a encaixava no contexto, a leitura passava a fluir novamente.

Além disso, a enorme quantidade de citações de trechos de romances, crônicas, contos, entrevistas, colunas foram um atrativo e tanto. Conhecer alguns detalhes de obras que eu ainda não li foi muito bom, além de servir para me deixar ainda mais propensa a lê-las. E não há como negar, Moser escreve bem. Sua narrativa é envolvente. E, mesmo incluindo detalhes mais íntimos da vida de Clarice (que me deixaram com a sensação momentânea de estar lendo a revista "Caras"), conseguiu manter meu interesse até o final. Percebe-se pelo tom da escrita o quanto ele respeita e admira tanto a obra quanto a pessoa de Clarice Lispector. Isso transparece no modo deferente como ele aborda cada uma das etapas de sua vida, e também no cuidado na escolha dos títulos dos capítulos.

É claro que achei interessante tomar conhecimento de alguns fatos - a veracidade de um de meus contos prediletos, “Felicidade clandestina”, ou como ela sobreviveu a um incêndio em seu apartamento, ou seu relacionamento com alguns autores que também admiro. Mas ainda assim, minha opinião, como fã, não se alterou. Não há como negar que o fato de ter perdido a mãe muito nova, de ter tido uma infância paupérrima no Recife ou de ter encarado a vida de esposa de diplomata sejam acontecimentos que se refletiram em sua obra. Mas saber disso não alterou o quanto eu gosto de seus escritos nem o quanto admiro o modo como expõe a alma feminina neles (nem para mais nem para menos). A leitura valeu principalmente por poder conhecer mais da sua obra. E, apesar do meu receio inicial, eu gostei muito do livro. Mérito do autor.

Enfim, se você gosta de biografias ou se gosta de Clarice Lispector, é uma ótima sugestão de leitura. Eu indico.


    Veja também:
  • Entrevista com Clarice Lispector
    No programa Panorama Especial, transmitida pela TV Cultura em 1977
  • Leitura de "Felicidade clandestina"

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Drops » Person of interest

coded by ctellier | tags: , , | Posted On sábado, 11 de fevereiro de 2012 at 19:58

meteorologia: nublado e, pra variar, chuva à tarde
pecado da gula: misto quente
teor alcoolico: 2 estrella galicia
audio: nerdcast #297
video: criminal minds

Person of interest

Acabei de assistir ao piloto. Um pouco atrasada, pois já foram veiculados 14 episódios.

Trata-se de mais uma produção de J.J.Abrams, com roteiro de Jonathan Nolan (responsável pelo roteiro de "The dark Knight), porém não chega nem perto de Lost, ou de Fringe.

É interessante, mas pouco instigante. Possivelmente em razão de ser o piloto, e pela necessidade de a trama ser rasa o suficiente a fim de garantir tempo hábil para apresentar a premissa da série e os personagens. Michael Emerson (o Ben, de Lost) é Finch, um milionário que alia-se a um ex-agente da CIA, Reese (Jim Caviezel) para prevenir crimes em Nova York (Minority report?). Ver Emerson atuando é sempre um atrativo. Mas a cara de bom samaritano de Caviezel sempre me irrita (não apenas nesta série).

Promissora, talvez melhore nos próximos episódios. Pretendo assistir ao restante da primeira temporada, mas não tenho muuuita pressa.



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Drops » TinTin

coded by ctellier | tags: , , , | Posted On quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 at 20:56

meteorologia: calor, finalmente
pecado da gula: torradinhas com brie
teor alcoolico: 2 stella artois
audio: CrNoAr #39
video: criminal minds

The Adventures of Tintin: Secret of the Unicorn
(As aventuras de TinTin)
Direção: Steven Spielberg
Roteiro: Steven Moffat, Joe Cornish, Edgar Wright

Filme de aventura, na mais completa acepção da palavra. Senti-me assistindo a um clássico da Sessão da Tarde. Não há como negar, é um legítimo Spielberg, no melhor estilo do primeiro Indiana Jones. Aliás, Tintin parece um Indiana Jones “mirim”. E alguma cenas do filme lembram muito as cenas de ação da trilogia (o 4o. filme, pra mim, não conta). Aliás, se Spielberg tivesse feito as cenas digitais do 4o.filme com o mesmo cuidado que dedicou a Tintin, certamente o filme seria muito menos ruim - convenhamos, aqueles micos digitais são terrivelmente mal feitos.

Para quem apenas leu os quadrinhos, o herói parece bem mais ativo, mais esperto, até mais forte. O que faz sentido ao transpor o personagem do quadro estático da HQ para o movimento da película. Os que também assistiram às animações produzidas pela Ellipse/Nelvana não sentirão tanto essa mudança “para mais” nas atitudes do pequeno repórter. Porém, para ambos, é fácil perceber que o filme não segue à risca a estória dos quadrinhos (ou da animação), principalmente no seu último terço. Ou seja, é TinTin, mas não é TinTin, já que o que vemos não é literalmente a reprodução da obra de Hergé. Mas as alterações são perfeitamente justificáveis e não desmerecem em nada o roteiro.

Acredito que fazer o filme utilizando a técnica de motion capture (que tem no Gollum, de “The lord of the rings”, seu melhor exemplo) uma opção bastante acertada. Pois assim, não deixa de ser um “desenho”, uma animação. E permite ao diretor aproveitar ao máximo as possibilidades dessa mídia, sem a necessidade de prender-se às limitações físicas de atores, cenários, etc. Isso é bastante evidente na cena de perseguição numa cidadela marroquina. Apesar de alguns exageros, no geral, funciona muito bem.

Enfim, é diversão garantida. E vale a pena assistir no cinema. O 3D não fez muito diferença, mas também não ficou exagerado a ponto de estragar a experiência. Vale reparar em algumas referências a outros filmes de Spielberg , “Indiana Jones” e “Jaws”. Sem contar as inúmeras referências a outras aventuras de TinTin (um deleite para os fãs dos quadrinhos).




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Drops » Charade

coded by ctellier | tags: , | Posted On domingo, 5 de fevereiro de 2012 at 18:40

meteorologia: finalmente, o verão chegou
pecado da gula: misto quente
teor alcoolico: 1 stella artois (litrão)
audio: spin-Off s05e13
video: criminal minds

Charade (Charada)
Direção: Stanley Donen
Roteiro: Peter Stone

Divertida aventura de gato e rato com Audrey Hepburn e Cary Grant. Apesar da diferença de idade bastante evidente (ele, com 59; ela, com 33), a química entre eles funciona muito, muito bem. Sintonia perfeita. Hepburn, sempre adorável e Grant... bem, Grant é sempre Grant. O eterno gentleman, meio desajeitado e com aquele tempero cômico. Os diálogos de duplo sentido que entabulam são responsáveis por alguns dos melhores momentos do filme.

Depois da morte trágica do marido, Regina Lampert (Hepburn) é perseguida por vários homens que acreditam que o falecido lhe deixou uma grande quantia de dinheiro. O início do filme já dá a dica do que virá a seguir. Uma mistura de suspense, aventura e romance. Não há como não reparar nas inúmeras referências a Hitchcock, inclusive o próprio roteiro usa e abusa de toques de suspende à la Hitchcock.

A sequência de abertura - os créditos iniciais - é composta por uma inconfundível sucessão de grafismos de Saul Bass (que trabalhou com Hitchcock em "North by Northwest", "Psycho", "Vertigo"). A ótima música que acompanha os créditos é de Henry Mancini (fez a trilha de "Frenzy", filme de Hitchcock de 1972, além de ter eternizado a música-tema de "Breakfast at Tiffany's" - Moon River, na voz de Audrey Hepburn, cantarolando na janela de seu apartamento).

Na primeira cena vemos um homem jogado de um trem - homem que depois descobriremos ser o marido de Reggie. E, em seguida, bem ao estilo hitchcockiano, o espectador fica em suspense ao ver uma arma sendo apontada para Reggie e prestes a disparar, para descobrir (aliviado) que se trata apenas de um garoto com uma pistola d'água. Mais alguns minutos e Cary Grant aparece em cena, charmoso como sempre, apesar de ter sido também atingido pela pistolinha (trabalhou com Hitchcock em "North by Northwest", 'To catch a thief", "Suspicion", "Notorious").

Além disso, a personagem de Hepburn é a versão feminina da maioria dos protagonistas de Hitchcock, que afirmava que "Meu herói é sempre o homem comum a quem acontecem coisas bizarras, e não o contrário.". E é exatamente isso que ocorre à Reggie.

Donen, mais conhecido por ter dirigido "Singin' in the rain", aproveita também para fazer referências às suas próprias obras. Durante um passeio às margens do Sena, Reggie comenta com o personagem de Grant sobre Gene Kelly "dançando na chuva".

Há várias cenas memoráveis. Mas uma em especial é a que me vem à cabeça sempre que penso no filme: a da dança das laranjas. Revi o filme ontem e me peguei às gargalhadas (de novo) durante essa cena.

Enfim, diversão garantida do começo ao fim.


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Movimento #DubladoSemOpçãoNão!

coded by ctellier | tags: , | Posted On at 08:37



Campanha da Sociedade dos Blogs de Séries em prol do direito de escolha pelo assinante de TV por assinatura no Brasil.

Quando você compra ou aluga um DVD ou Blu-ray, é possível escolher se vai assistir ao conteúdo com áudio original e legendas ou dublado em português. É um recurso simples, democrático, acessível e independente da preferência pessoal do espectador. Infelizmente, o mesmo não ocorre na TV por assinatura brasileira. Desde 2007, diversos canais fechados passaram a investir em conteúdo dublado (ignorando a parcela de assinantes com deficiência auditiva, diga-se), sobrepondo-o em cima do original legendado, muitas vezes da noite para o dia e sem conferir a opção de escolha. Poucos hoje oferecem legendas e a tendência por oferecer o áudio dublado por padrão hoje é dominante. Pautados em pesquisas de mercado como esta do Instituto DataFolha, que indicam a preferência pela dublagem por uma relativa maioria (afinal, pouquíssimos são consultados), canais de TV investem na imposição da dublagem de atrações que costumavam ser exibidas com áudio original e legendas. Você foi consultado?

Questão Técnica
Assim como ocorre no exemplo do DVD ou Blu-ray, a maioria das operadoras de TV por assinatura estão tecnicamente preparadas para oferecer todas as opções para o assinante, seja para aquele que prefere assistir filmes e séries com áudio original e legendas, ou para os que preferem dublado. “Tecnicamente disponibilizamos isso para todos, basta o programador mandar. Se os canais nos mandam a legenda e dois áudios, estamos prontos para oferecer as opções em 100% dos canais”, declarou o gerente de marketing da NET, Alessando Maluf, em entrevista ao Jornal do Comércio. Isso tanto é verdade que canais dos grupos Tele Cine e HBO, por exemplo, já disponibilizam todas as faixas para seus assinantes, que precisa apenas selecioná-los no controle remoto. Mas por que esse, então, não é o padrão?

Questão Financeira
Nem todos os canais estão dispostos a incorrer nos custos necessários para a implantação desta tecnologia. Alexandre Annenberg, presidente-executivo da ABTA disse que “isso envolve custos adicionais que não são triviais, pois passa a ocupar faixas diferentes da capacidade de transmissão. Se você simultaneamente estiver transmitindo dois filmes, um dublado e um legendado, ocupa um espaço que tem um custo, obviamente”. Ele ainda complementa que “Na medida em que a TV por assinatura recentemente começou a receber uma marcha significativa de assinantes de classe C, percebemos que isso passou a ser uma exigência dessa classe que se sente, digamos assim, mais confortável com programação dublada. A partir daí, para atender a esse contingente expressivo, nós passamos a investir também na dublagem de filmes e séries”. Vergonhoso com o assinante e com o consumidor.
É curioso notar, contudo, que de acordo com dados da Anatel, a TV por assinatura no Brasil teve um crescimento estrondoso, de mais de 30%, com uma base superior a 12 milhões de assinaturas. Ora, tamanho crescimento reflete diretamente no faturamento de canais e empresas, razão pela qual o argumento “falta dinheiro” é absolutamente refutável. Falta interesse e, principalmente, respeito com você assinante que paga caro para ter um produto incompleto e discriminatório. Por isso, o Ligado em Série, alinhado com a Sociedade dos Blogs de Séries inicia aqui o movimento “DUBLADO SEM OPÇÃO, NÃO!”, pelo nosso direito de escolha de áudio original e legendas ou dublagem na TV paga.

O Que Fazer?
Nesta campanha, organizamos uma Petição Pública para ser assinada por todos aqueles que querem ter a prerrogativa de escolha na hora de assistir TV. As assinaturas serão coletadas pelos organizadores do movimento, impressas e encaminhadas anexadas a ofícios impressos dirigidos às principais operadoras de TV, aos canais infratores e à ABTA – Associação Brasileira de TV por Assinatura, que representa o lobby dos principais canais.
Mas você também pode se fazer ouvir. Abaixo estão listados todos os canais de filmes e séries que não disponibilizam a opção ao seu assinante, bem como seus principais meios de comunicação em redes sociais para fazermos barulho! Mandem mensagens no Facebook, twittem e exijam que a opção de áudio seja disponibilizada a todos! Siga também os perfis dos blogs parceiros, que organizarão manifestações online à favor do direito de escolha! Nós não vamos cansar até modificar este panorama! Ajude, compartilhe a petição e faça-se ouvir!




Canais de Séries Infratores
  • FX: Facebook | Twitter
    Exibe quase toda a programação dublada, sem opção de áudio original e legendas.
  • A&EFacebook | Twitter
    Exibe quase toda a programação dublada, sem opção de áudio original e legendas.
  • FOX: Facebook | Twitter
    - Exibe apenas algumas atrações com opção de escolha de áudio e legendas; a maioria da programação é dublada, com opção apenas de SAP.
  • AXN: Facebook | Twitter
    Exibe séries apenas dubladas em alguns horários e planeja a estreia de novas séries dubladas ao longo de 2012, sem opção de escolha de áudio original e legendas; Maior parte do conteúdo é legendado por padrão, ainda.
  • Sony: Facebook | Twitter
    Exibe séries apenas dubladas em alguns horários e planeja a estreia de novas séries dubladas ao longo de 2012, sem opção de escolha de áudio original e legendas; Maior parte do conteúdo é legendado por padrão, ainda.
  • SonySpin: Facebook | Twitter
    Exibe séries apenas dubladas em alguns horários e planeja a estreia de novas séries dubladas ao longo de 2012, sem opção de escolha de áudio original e legendas; Maior parte do conteúdo é legendado por padrão, ainda.
  • LIV: Facebook | Twitter
    Exibe algumas séries dubladas, apenas com opção de SAP, bem como algumas atrações legendadas por padrão.

Canais de Filmes Infratores
  • TNT: Facebook | Twitter
    Exibe filmes dublados e opção de áudio apenas em SAP, sem legendas.
  • Space: Facebook | Twitter
    Exibe filmes dublados e opção de áudio apenas em SAP, sem legendas.
  • MGM: Contato
    Exibe filmes dublados e opção de áudio apenas em SAP, sem legendas.
  • TCM: Facebook | Twitter
    Exibe filmes e séries dublados, sem opção de SAP em vários casos e sem legendas.
  • HBO2: Facebook | Twitter
    Exibe filmes e séries somente dublados.




OBS.: Fonte do texto » site Ligado Em Série.
Não escrevo exclusivamente sobre filmes e séries de tv aqui no blog, mas apóio totalmente a iniciativa. Assim como os idealizadores da campanha, sempre dou preferência a assistir com o som original.

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